Um pouquinho da minha história

Originário do interior de Minas Gerais e hoje estabelecido no Rio de Janeiro, Gui Araponga é diretor, roteirista, assistente de roteiro e de direção. Graduado em Literatura Brasileira pela UFV e em Cinema pela Academia Internacional de Cinema (AIC), Gui construiu uma formação robusta, tendo aprendido com nomes como Lina Chamie, Jeferson De e a montadora argentina Verónica Sáenz. No roteiro, especializou-se com mestres da dramaturgia como Duca Rachid, Jorge Furtado e Zé Carvalho, aprofundando-se ainda na psicanálise aplicada à construção de personagens para dar vida a narrativas mais densas e humanas.
Essa busca por autenticidade reflete-se em uma trajetória premiada: seus filmes somam 65 prêmios e exibições em mais de 150 festivais ao redor do mundo. Desde o seu curta de estreia, “A Página” — que percorreu 17 países e acumulou marcos em palcos como o Festival de Cinema de Gramado e o Prêmio ABC —, Gui vem consolidando sua assinatura em obras como “Fragmentos de uma Metrópole”, laureado com o "Silver Remi" no WorldFest-Houston, as 22 vitórias internacionais de “Ouroboros” e o reconhecimento do média-metragem “Não me esqueças, me ame para sempre” no prestigiado LABRFF, em Los Angeles. Essa versatilidade estende-se também à televisão, onde dirigiu e escreveu para o Canal Sony na série “Buscando Buskers”, e à publicidade, setor no qual assinou cerca de 40 comerciais para marcas como Uber, Volkswagen e Itaú, chegando a ser indicado ao Prêmio Profissionais do Ano da Rede Globo.
Atualmente, Gui vive um momento prolífico no cinema. Em 2025, lançou como diretor assistente e roteirista o documentário “Ser Feliz por Nenhum Motivo”, disponível na Amazon e Aquarius. Para 2026, prepara a estreia de seu primeiro longa documental como diretor, “O Fantástico Mundo de Mossy”, uma comédia sobre a vida do ator Carlo Mossy com distribuição pela Downtown Filmes. Já em 2027, o público poderá conferir seu trabalho como assistente de direção do diretor indicado ao Oscar, João Jardim, no longa “A Dança do Universo”. No mesmo ano, Gui reafirma sua paixão pelo formato curto com o lançamento de “Encontro e Despedida”, projeto que traz José de Abreu e Bernardo Filaretti no elenco e inicia em breve seu circuito pelos principais festivais de cinema.



